Nova descoberta pode substituir memórias DRAM, diz HP
De acordo com a empresa, a descoberta do elemento “Memristor” pode revolucionar a maneira pela qual os dados são armazenados.
Os laboratórios de pesquisa da HP conseguiram provar a existência do quarto elemento fundamental de um circuito em engenharia elétrica - além do capacitor, resistor e indutor. Antes da descoberta, a existência do elemento chamado “Memristor” era considerada uma possibilidade teórica.
De acordo com a HP, o elemento pode revolucionar a maneira pela qual os circuitos armazenam informações. Na prática, diz a empresa, as memórias não perderiam os dados, consumiriam muito menos energia e estaria eliminada a necessidade de reiniciá-las.
Em comunicado oficial, a HP garante: “[os chips produzidos com a tecnologia] associariam informações de maneira semelhante ao processo do cérebro humano”.
> Nova memória da IBM promete armazenar 500 vezes mais
O estudo foi publicado na revista Nature por quatro pesquisadores do laboratório da HP. Por meio de um modelo matemático, a equipe liderada por R. Stanley Williams deu um exemplo do “memristor” (palavra formada pela combinação de “memory resistor”), que tem a capacidade de reter a história da informação que adquiriu.
“Descobrir algo novo e tão fundamental no maduro campo da engenharia elétrica é uma grande surpresa, especialmente por ser uma descoberta que tem implicações significativas para o futuro da ciência computacional”, disse Williams em comunicado oficial.
A HP afirma que, a partir do "memristor", novos tipos de memórias poderiam ser desenvolvidos para substituir a DRAM (dynamic random access memory). Ao contrário da DRAM, que perde a informação quando não têm energia e precisam reiniciar, a nova memória não precisaria disso.Por Redação do COMPUTERWORLD
sábado, 3 de maio de 2008
IBM: memória 'racetrack' é mais rápida, robusta e consome menos do que flash
Desenvolvida pela IBM, a chamada memória “racetrack” é capaz de armazenar centenas de vezes mais informação do que os chips flash, defende a empresa.
A nova memória desenvolvida pela IBM – racetrack – é capaz de armazenar dados em um nanofio (fio que conecta transistores em chips) mil vezes mais fino do que um cabelo humano. Segundo a companhia, a memória ‘racetrack’ é capaz de armazenar centenas de vezes mais informações do que as memórias flash atuais.
A memória funciona ao rotacionar correntes elétricas polarizadas, o que faz o modelo magnético percorrer um caminho pelo fio, processo no qual os dados podem ser escritos ou lido – em qualquer direção – em menos de um nanosegundo. A tecnologia permite, segundo a IBM, "boots na velocidade da luz".
“Os dados são escritos ao colocar um segundo nanofio com um modelo magnético especial próximo ao primeiro nanofio”, explica um vídeo da IBM. “A memória ‘racetrack’ permite que centenas de nanofios sejam colocados na beirada de um chip, o que pode significar que essa memória é capaz de armazenar centenas de vezes mais do que os modelos atuais”.
Pesquisadores da IBM como Stuart Parkin e colegas do centro de pesquisas em San Jose, Califórnia (EUA) em dois ensaios publicados na revista Science.
Os pesquisadores afirmaram que, em menos de 10 anos, dispositivos baseados na memória ‘racetrack’ vão chegar ao mercado, permitindo um MP3 player que armazene 500 mil canções ou 3,5 mil filmes.
“Os dispositivos não apenas vão armazenar muito mais informações no mesmo espaço, mas também demanda menos energia e geram menos calor, além de ser praticamente inquebrável”, garante a IBM. “O resultado: quantidades massivas de informações armazenadas que podem ser acessadas de uma mesma bateria por semanas seguidas e durar por décadas”.Por Network World, EUA
A nova memória desenvolvida pela IBM – racetrack – é capaz de armazenar dados em um nanofio (fio que conecta transistores em chips) mil vezes mais fino do que um cabelo humano. Segundo a companhia, a memória ‘racetrack’ é capaz de armazenar centenas de vezes mais informações do que as memórias flash atuais.
A memória funciona ao rotacionar correntes elétricas polarizadas, o que faz o modelo magnético percorrer um caminho pelo fio, processo no qual os dados podem ser escritos ou lido – em qualquer direção – em menos de um nanosegundo. A tecnologia permite, segundo a IBM, "boots na velocidade da luz".
“Os dados são escritos ao colocar um segundo nanofio com um modelo magnético especial próximo ao primeiro nanofio”, explica um vídeo da IBM. “A memória ‘racetrack’ permite que centenas de nanofios sejam colocados na beirada de um chip, o que pode significar que essa memória é capaz de armazenar centenas de vezes mais do que os modelos atuais”.
Pesquisadores da IBM como Stuart Parkin e colegas do centro de pesquisas em San Jose, Califórnia (EUA) em dois ensaios publicados na revista Science.
Os pesquisadores afirmaram que, em menos de 10 anos, dispositivos baseados na memória ‘racetrack’ vão chegar ao mercado, permitindo um MP3 player que armazene 500 mil canções ou 3,5 mil filmes.
“Os dispositivos não apenas vão armazenar muito mais informações no mesmo espaço, mas também demanda menos energia e geram menos calor, além de ser praticamente inquebrável”, garante a IBM. “O resultado: quantidades massivas de informações armazenadas que podem ser acessadas de uma mesma bateria por semanas seguidas e durar por décadas”.Por Network World, EUA
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Dispositivo para pagar contas em casa tem nova edição

Agora em versão "Black", o leitor de códigos de barra permite pagar contas sem precisar sair de casa
O Homebank, dispositivo de leitura de código de barras da Nonus, chega ao mercado em nova versão Black, para ficar mais harmônico com os outros equipamentos de informática. Com o Homebank, o consumidor não precisa mais encarar filas em bancos, lojas ou lotéricas para fazer pagamento de suas contas.
O Homebank é um leitor manual que permite o pagamento de contas via Internet de boletos bancários, contas de luz, telefone, etc. A última versão do produto, de acordo com a fabricante, também lê chques.
Basta conectar o Homebank ao computador, via porta USB, para poder usá-lo. O produto pode ser adquirido por meio do site da Nonus (www.nonus.com.br) e tem preço sugerido de R$ 176.Do Terra
Banco perde disquete com dados de 370 mil clientes
O grupo bancário HSBC admitiu hoje a perda de um disquete com dados pessoais e financeiros de 370 mil clientes, na Inglaterra, mas esclareceu que a possibilidade de fraude é limitada.
O disquete, que continha os nomes, as datas de nascimento e detalhes dos seguros dos clientes, foi perdido há quatro semanas, após ser enviado por um mensageiro de um escritório do grupo em Southampton, no sul da Inglaterra, para um ressegurador.
Apesar de tudo, não há direções ou detalhes de contas bancárias, por isso são limitadas as possibilidades de fraude, segundo o HSBC.
"O ressegurador ao qual enviamos o disquete está fazendo uma intensa busca. Faremos tudo o possível para encontrá-lo", disse um porta-voz da entidade bancária.
A Autoridade de Serviços Financeiros (FSA, em inglês), organismo regulador do setor, foi informada do problema e não se descarta a possibilidade de que abra uma investigação sobre o ocorrido.
EFE
O disquete, que continha os nomes, as datas de nascimento e detalhes dos seguros dos clientes, foi perdido há quatro semanas, após ser enviado por um mensageiro de um escritório do grupo em Southampton, no sul da Inglaterra, para um ressegurador.
Apesar de tudo, não há direções ou detalhes de contas bancárias, por isso são limitadas as possibilidades de fraude, segundo o HSBC.
"O ressegurador ao qual enviamos o disquete está fazendo uma intensa busca. Faremos tudo o possível para encontrá-lo", disse um porta-voz da entidade bancária.
A Autoridade de Serviços Financeiros (FSA, em inglês), organismo regulador do setor, foi informada do problema e não se descarta a possibilidade de que abra uma investigação sobre o ocorrido.
EFE
AMD anuncia chip Barcelona nesta quarta, diz jornal
A AMD planeja anunciar a distribuição ampla de seu novo chip para servidores, conhecido até o momento como Barcelona, nesta quarta-feira, afirmou o Wall Street Journal.
A empresa informou que o chip está sendo lançado a todos os seus canais de vendas parceiros, segundo o jornal.
Anteriormente, a AMD teve problemas com o Barcelona devido a uma falha que causava erros em alguns aplicativos. A companhia teve que corrigir o erro e adiou a produção em larga escala, divulgou o jornal.
Representantes da AMD não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.
A empresa informou que o chip está sendo lançado a todos os seus canais de vendas parceiros, segundo o jornal.
Anteriormente, a AMD teve problemas com o Barcelona devido a uma falha que causava erros em alguns aplicativos. A companhia teve que corrigir o erro e adiou a produção em larga escala, divulgou o jornal.
Representantes da AMD não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.
Intel se defende de acusações da UE na semana que vem
A fabricante de chips Intel vai se defender de acusações da Comissão Européia de que abusou de seu domínio de mercado e ofereceu descontos ilegais a fim de tirar do mercado uma concorrente de menor porte, em uma audiência fechada marcada para a semana que vem.
A Intel tem seu logotipo em quatro quintos das unidades de processamento central que acionam o bilhão de computadores pessoais em operação no mundo; as demais são produzidas pela concorrente norte-americana Advanced Micro Devices.
A Intel e as demais partes envolvidas no caso contarão suas versões da história na terça e na quarta-feira. A funcionária que presidirá a audiência não tomará decisões sobre o caso, mas se reportará a Neelie Kroes, a comissária da Competição, principal autoridade antitruste da União Européia.
A Comissão, que serve como Executivo da União, alega que a Intel tentou, ilegalmente, persuadir fabricantes de computadores a preterir a AMD em favor de seus chips, ao usar descontos como forma tanto de incentivo quanto de punição.
O órgão pode multar a Intel, ainda que a penalidade provavelmente venha a ser bem inferior ao limite de 10 por cento do faturamento anual, e possivelmente prejudicar a reputação da empresa, ao defini-la como praticante de concorrência desleal.
O caso da Intel costuma ser comparado à disputa entre a Comissão e a Microsoft, que recebeu uma multa de 899 milhões de euros (US$ 1,39 bilhão) aplicada pelo Executivo europeu, no final do mês passado, por não ter cumprido devidamente as sanções antitruste que lhe foram impostas.
Mas um advogado especializado em questões de competição, em Londres, disse que as duas situações são muito diferentes. O caso da Microsoft gira em torno de vínculo entre diferentes produtos e sonegação das informações necessárias para que o software de concorrentes funcione bem com o da gigante do software. "Este é um caso mais conservador que o da Microsoft. A Intel se enquadra mais ao tipo de abuso que a Comissão costuma reprimir", disse Ted Henneberry, do escritório Heller Ehrman.
Reuters
A Intel tem seu logotipo em quatro quintos das unidades de processamento central que acionam o bilhão de computadores pessoais em operação no mundo; as demais são produzidas pela concorrente norte-americana Advanced Micro Devices.
A Intel e as demais partes envolvidas no caso contarão suas versões da história na terça e na quarta-feira. A funcionária que presidirá a audiência não tomará decisões sobre o caso, mas se reportará a Neelie Kroes, a comissária da Competição, principal autoridade antitruste da União Européia.
A Comissão, que serve como Executivo da União, alega que a Intel tentou, ilegalmente, persuadir fabricantes de computadores a preterir a AMD em favor de seus chips, ao usar descontos como forma tanto de incentivo quanto de punição.
O órgão pode multar a Intel, ainda que a penalidade provavelmente venha a ser bem inferior ao limite de 10 por cento do faturamento anual, e possivelmente prejudicar a reputação da empresa, ao defini-la como praticante de concorrência desleal.
O caso da Intel costuma ser comparado à disputa entre a Comissão e a Microsoft, que recebeu uma multa de 899 milhões de euros (US$ 1,39 bilhão) aplicada pelo Executivo europeu, no final do mês passado, por não ter cumprido devidamente as sanções antitruste que lhe foram impostas.
Mas um advogado especializado em questões de competição, em Londres, disse que as duas situações são muito diferentes. O caso da Microsoft gira em torno de vínculo entre diferentes produtos e sonegação das informações necessárias para que o software de concorrentes funcione bem com o da gigante do software. "Este é um caso mais conservador que o da Microsoft. A Intel se enquadra mais ao tipo de abuso que a Comissão costuma reprimir", disse Ted Henneberry, do escritório Heller Ehrman.
Reuters
AMD mostra ter condições de concorrer com Intel-A Briga Continua

Altos e baixos têm acompanhado a constante tentativa da Advanced Micro Devices de concorrer lado a lado com a Intel. Não é uma tarefa fácil. Na última segunda-feira, a AMD anunciou os resultados do primeiro trimestre, que ficaram abaixo do esperado, e o conseqüente corte de 10% na folha de pagamento.
Empresa número dois na produção de chips, a AMD também não tem se saído bem no mercado de ações, e enfrenta problemas financeiros e cortes de funcionários. No entanto, segundo o editor David Kirkpatrick em artigo na revista Fortune, nem tudo está perdido ¿ e a a garantia disso está nos produtos. Clientes como Hewlett-Packard e Sun Microsystems já estão empolgados com o lançamento do chip Barcelona pela AMD. E hoje, os maiores fabricantes de PCs, com exceção da Sony e da Apple, são compradores da empresa. Kirkpatrick acredita que tanto a Intel quanto a AMD têm ótimos produtos, e aposta que cada uma terá sucesso em áreas diferentes.
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